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19 de setembro de 2015

Mas quem será....


Apesar de nenhum dos protagonistas assumir a paternidade da vinda do monstro, o certo é que, de tempos a tempos, a Troika está por terras lusas. Não que isso me aflija, até porque a ideia de que a generalidade dos portugueses gosta de viver acima das suas possibilidades não é pregrina, pois apenas reflete o fraco e inconsequente desempenho de quem os governa e tem governado. Por isso, não é de admirar que de quando em vez tenhamos os credores a bater-nos à porta, com a consequente vinda do terror da austeridade para ensombrar este pequeno paraíso que tão bem satisfaz os desejos dos (endinheirados) povos do norte.

11 de setembro de 2015

Medo


O maior problema da Coligação é não saber governar sem a Troika, pois assim fica sem o necessário bode expiatório para continuar a justificar a imposição das pretendidas medidas de austeridade.

10 de novembro de 2013

Medo do futuro



Esta conversa sobre as nefastas consequências da não aprovação do OE para 2014, faz-me lembrar a propaganda contra o perigoso avanço do comunismo na Europa ainda mal refeita da 1ª guerra mundial.

19 de outubro de 2013

Tão simples quanto isso


O governo, tal como todos os portugueses, deseja que o Tribunal Constitucional chumbe o próximo OE. Dessa forma, os primeiros sempre podem usar a desculpa de que não conseguiram cumprir as metas impostas pela TROIKA, livrando-se da contestação europeia, e os segundos vêem salvaguardada a sua dignidade enquanto Povo e a sua soberania enquanto país, que não cede às exigências dos interesses puramente economicistas de quem manda na Europa.

17 de fevereiro de 2013

Lobos com pele de cordeiro

Se os políticos a que se refere Seguro, são os mesmos que nos têm governado até aqui, acho que em vez de melhorarmos, só vamos piorar a situação em que nos encontramos. Mal por mal, preferia que lá fossem alguns políticos sérios, se é que os há, alguns técnicos com alguma sensibilidade social e, porque não, alguns pais de família, um ex-presidente da republica que tenha abdicado da acumulação das reformas e, quem sabe, um sacerdote sem papas na língua e que mais tem bradado contra a ignomínia em que se transformou  a política no nosso país.

7 de julho de 2012

Contas à vida


Apesar de saber que era inconstitucional o corte dos subsídios, ainda assim Passos Coelho decidiu avançar com tal medida, indo para além do determinado pela troika, pensando que apenas seria necessário sacrificar o rendimento dos funcionários públicos.
Depois de saber da decisão do TC, e das exigências de Bruxelas, o governo vai ter que encontrar alternativas que contornem a inconstitucionalidade cometida, e que se irão traduzir num inevitavel aumento da carga fiscal sobre os rendimentos de todos os portugueses. Ao querer evitar uma generalização ainda maior da contestação às suas políticas, sobretudo vindas do funcionalismo público, o governo vai ter que se preparar para uma forte reação de todos os trabalhadores portugueses.

10 de junho de 2012

Parece que é burro!

Claro que o Estado espanhol iria fazer as coisas de diferente maneira, até porque já tinha a experiência grega e portuguesa que lhe dava uma prévia perspetiva do que poderia acontecer, caso o pedido de ajuda à UE não fosse feito de maneira diferente. 
A Irlanda, mal soube das condições em que foi feito o empréstimo espanhol, de imediato apresentou uma proposta de renegociação. Nós, por cá, em vez de exigirmos tratamento semelhante ao espanhol, preferimos aguardar para ver como vai ser, para depois contarmos como é que foi. Enquanto isso, os nossos parceiros europeus, e muito especialmente os nossos vizinhos, vão-se rindo das opções feitas pelos nossos políticos que, à custa quererem de ver o problema resolvido o mais rapidamente possível, optaram pela pior solução...para o Povo, claro.

8 de maio de 2012

Revolucionários reformados

Soares foi acusado pelo PSD de querer "incendiar a estabilidade", o que não foge muito à realidade, uma vez que a situação do país é bastante explosiva, bastando que um histórico da democracia se manifeste contrário às políticas do atual governo da república para de imediato despoletar uma situação de inquietação.
A estas declarações de Soares, juntam-se outras, proferidas há relativamente pouco tempo por um capitão de abril, acerca da necessidade de fazer uma outra revolução, bastando-lhe para isso, uma força de 800 militares.
Não me espanta que, quer um quer outro, partilhem da mesma opinião relativamente à nossa realidade atual, pois foi por algo de semelhante ter acontecido, que eles se tornaram célebres entre os que aplaudiram o fim da ditadura.

21 de abril de 2012

Mais papistas que o papa

Como alguns sabem, o corte dos subsídios aos funcionários públicos para além de 2013 não era, nem é, uma exigência da TROIKA, como também não o é sua exigência a inscrição no orçamento retificativo, de 200 milhões para suportar um suposto aumento dos encargos com os juros do empréstimo. 
Assim, se os nossos governantes conseguem criar condições para haver folga orçamental, pergunto-me porque razão é que a Ministra da Justiça veio dizer que, caso fosse decretada a inconstitucionalidade do corte de tais subsídios, seria o caos para as finanças públicas, colocando em sério risco as metas definidas pelo governo? 
Se calhar, as declarações da ministra têm como único fito, avisar os juízes daquele venerando tribunal da irresponsabilidade de um chumbo, como se fosse possível e democraticamente aceite, sacrificar a inconstitucionalidade de alguma norma aos interesses de um governo que tem como principal objetivo o empobrecimento sucessivo dos seus governados, e assim subjugar os tribunais às dúbias vontades dos políticos que os representam.

5 de outubro de 2011

Já que fizeste a merda...

Merkel apontou Portugal como exemplo a seguir pela Itália, por ter sido um país que respeitou e aplicou, de forma exemplar, as medidas de foram acordadas com a troika.
Claro que vindo da chanceler alemã, aquele elogio soa-me mais a orgulho, por nos ter conseguido disciplinar, do que propriamente a satisfação
Pois ainda bem que é assim porque, ao contrário dos gregos que não param de contestar a austeridade subserviente de que estão a ser alvo e a capacidade dos líderes que os (des)governam, nós os portugueses, perante a mais óbvia relação de causa efeito, dos que nos têm governado, com a crise que estamos a atravessar, continuamos a preferi-los na estúpida esperança de que sejam eles a tirar este pais da porcaria em que o mergulharam.

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8 de maio de 2011

O que o futuro (próximo) nos reserva



O Aventar teve a fineza de nos apresentar o memorando elaborado pela troika, completamente traduzido. Partilho da mesma opinião quanto ao contributo que tal documento pode dar, na compreensão daquilo que nos vai acontecer nos próximos 3 anos.

7 de maio de 2011

Mau estar contagiante


O Benfica está em crise, assim como o país também está em crise!
Se forem, como dizem, realmente seis milhões, então os benfiquistas representam cerca dois terços da população portuguesa, o que por si só, nos poderá levar a algumas conclusões. 
O Benfica confunde-se com Portugal. É um clube português, um clube que foi, e continua a ser, transversal a toda a sociedade. Foi com ele, e através dele, que o Povo se alegrou e motivou no tempo ditadura e da democracia. Moveu massas e reúne multidões. Ainda hoje alimenta paixões e discussões, vitórias e frustrações. É um Clube de sensações, de emoções e de milhões, que ainda não se adaptou a jogar num mundo onde a razão supera o coração. E bem sabemos como é, quando o coração nos tolda a razão e nos leva, muitas vezes, a acreditarmos na nossa invencibilidade e a nos esquecermos daquele toque de frieza que podemos e devemos dar em determinados momentos da nossa vida, só para termos a certeza de que ainda conseguimos mostrar e manter a nossa respeitabilidade.
Tal como o país, também o Benfica está a necessitar de uma troika, não igual à do seu mais directo rival, mas uma semelhante, com tão bom ou melhor grau de eficácia, que desperte nos seus, adeptos, dirigentes e jogadores, um compromisso para com o clube e para com o país, de forma a que um motive o outro e vice-versa.

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5 de maio de 2011

De costas voltadas


De um lado estão aqueles que não se importam de negociar com a Troika que de nós veio tomar conta. Do outro estão aqueles que se acham com capacidade para alterar as propostas apresentadas e assim tentarem, de acordo com a posição assumida, mostrar ao Povo que as soluções que apresentam, são bem melhores do que aquelas que nos vão, e estão, a ser impostas. Pergunto eu: Não seria preferível que as soluções apontadas por aqueles que recusam juntar-se aos três partidos que vão subscrever o protocolo, fossem apresentadas no lugar próprio, perante os responsáveis pelas medidas que nos vão ajudar a colocar e a manter as contas em dia, ou será que estou a sugerir o impossível e, por isso mesmo, redondamente enganado?