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14 de novembro de 2015

Je suis Paris


Paris, foi a primeira cidade da Europa a sofrer com a luta contra o EI, mas os verdadeiros culpados só a história os há-de julgar, para pena minha e de muitos outros que a eles atribuem a responsabilidade por toda a instabilidade que se gerou no Médio Oriente. No momento, o que me ocorre, é que as autoridades não baixem os braços e que intensifiquem as medidas de combate ao flagelo que constitui a maior ameaça que alguma vez assolou a Europa.

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11 de setembro de 2011

Feridas ainda por sarar


Há 10 anos poucos acreditavam que alguém fosse suficientemente louco ao ponto de ferir o orgulho do gigante americano. Aconteceu e o resultado dessa loucura ainda perdura na vida de muitos daqueles que perderam um pouco de si naquele trágico momento e nos anos que se lhe seguiram. 
Se o ataque às torres gémeas inverteu o curso da história, disso não haverá dúvidas, como dúvidas também não haverá quanto à extrema vulnerabilidade de um país que, até ali, se julgava protegido de ataques terroristas.
Desde então, os E.U.A encetaram uma luta sem quartel a todas as organizações que consideraram e consideram terroristas, levando atrás de si um rasto de destruição e dor, sem que dessa "cruzada" tenha, aparentemente, resultado alguma vantagem, sobretudo para aqueles que continuam a ser vítimas dessa interminável guerra, que só poderá considerar-se finda quando os superiores interesses dos povos forem colocados acima dos interesses económicos das nações.

3 de maio de 2011

Ou muito me engano...


Com a morte de Bin Laden, os E.U.A., e seus aliados, não mataram um terrorista. O que fizeram, isso sim, foi terem criado um mártir que vai inspirar um número inimaginável de devotos seguidores, à semelhança do que aconteceu, e acontece, em muitas religiões.

4 de outubro de 2010

Na corda bamba


Perante a ameaça terrorista que paira sobre alguns países, os europeus vivem dias negros.
Não é fácil suportar a ideia de que, a qualquer momento, alguém se pode lembrar de rebentar um qualquer engenho explosivo, ou, pior ainda, do clima de suspeição e de desconfiança que se abateu sobre o comum do cidadão, preocupado que anda em tentar encontrar no seu vizinho, no seu colega de trabalho, ou até mesmo, naquele ao lado do qual se senta, um potencial terrorista.

8 de abril de 2010

Pés de barro


Um dos juízes mais destemidos de sempre, corre o risco de, também ele, ser julgado e condenado, por alegadamente, ter actuado de forma ilegal nos casos das vítimas do franquismo.
É certo que contribuiu de forma bastante eficaz para demonstrar que não existe ninguém intocável, tendo ficado conhecido pela ordem de prisão que deu a Augusto Pinhochet, mas isso não bastou, nem tinha que bastar, para que a sua actuação estivesse acima de qualquer lei.
Esta situação faz-me lembrar uma outra que também ocorreu em Espanha durante os quatro governos do PSOE e que teve a ver com os Grupos Antiterroristas de Liberación. Também eles pretendiam por cobro à ameaça terrorista que continuava a pairar sobre Espanha e também eles, a dada altura, foram mais ou menos acusados de utilizarem na luta anti-terrorista, métodos idênticos aos dos terroristas.
Fico com a ideia de que várias têm sido as tentativas, por parte do Estado Espanhol, para dificultar cada vez mais a vida aos seus inimigos, actuais e passados, só que, se de início as coisas parecem andar a correr bem, nem por isso se mantêm assim até final. O excesso de poder com que as autoridades espanholas, parecem por vezes deter, leva-os a não resistirem à tentação de ultrapassarem os limites que eles próprios consideram inultrapassáveis.