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4 de novembro de 2015

Começou a dança


E de repente, António Costa, passou de mau dançarino a rainha do baile com quem todos querem dançar.


6 de outubro de 2015

1 de novembro de 2013

Agora já será tarde....para o país

Estava-se mesmo a ver que, na reta final, o PSD ia fazer choradinho ao PS o qual, amuado como está, vai declinar a proposta, contando com o chumbo, quase certo, do Constitucional e com a sua posterior ascensão ao poder.

14 de julho de 2013

Salvadores da Nação


Como é que será possível salvar uma nação quando os que foram chamados a fazê-lo, são os mesmos que a colocaram no mísero estado em que se encontra?

17 de outubro de 2011

Hoje, é o Dia do Princípio do Fim


Hoje será entregue no Parlamento, o Orçamento do Estado para o ano de 2012 . É um dos orçamentos que mais vai penalizar a vida dos portugueses e aquele que se destina a "varrer", de uma vez por todas, e fazendo fé nas palavras do nosso primeiro-ministro, será o mais "severo" e "difícil de aceitar".
Não tenho dúvidas acerca da severidade dos dias que se aproximam, nem da eficácia do dito orçamento. Só não acredito que os carrascos que hoje pretendem culpar os últimos responsáveis pelo caos das contas públicas, sejam assim tão isentos da culpa, tanto mais que agora se sabe que parte desse sacrifício se destina a pagar o novo buraco de 350 milhões de euros descoberto no BPN, instituição bancária que, como bem sabemos, tão bem serviu as elites do PSD.

5 de maio de 2011

De costas voltadas


De um lado estão aqueles que não se importam de negociar com a Troika que de nós veio tomar conta. Do outro estão aqueles que se acham com capacidade para alterar as propostas apresentadas e assim tentarem, de acordo com a posição assumida, mostrar ao Povo que as soluções que apresentam, são bem melhores do que aquelas que nos vão, e estão, a ser impostas. Pergunto eu: Não seria preferível que as soluções apontadas por aqueles que recusam juntar-se aos três partidos que vão subscrever o protocolo, fossem apresentadas no lugar próprio, perante os responsáveis pelas medidas que nos vão ajudar a colocar e a manter as contas em dia, ou será que estou a sugerir o impossível e, por isso mesmo, redondamente enganado?

15 de março de 2011

À espreita


Mal surgiu a oportunidade, logo aparece uma óptima solução para diminuir a máquina do Estado a qual, apesar de não resolver nada, tem o mérito de, pelo menos ser exequível. 
Claro que não é inocente este avanço que o CDS pretende dar em relação ao PSD, antes será um convite dissimulado ao maior partido da oposição que, como se vê, ainda não está preparado para governar, quanto mais sózinho.
É uma solução ousada, e até oportuna, mas só possível de ser lançada por um partido que apenas será poder a reboque do PSD.
Se é exequível ou não, só depende da vontade dos próximos inquilinos de São Bento, mas estou em crer que é possível de concretizar, bastando para isso que, numa primeira fase, sejam dispensados os muitos "penduras" que pululam pelos vários organismos do Estado, à espera do momento certo para levantarem a bandeira em nome, ou defesa, de um partido que os lá mantém.
Mas pronto, apesar de ter tudo para resultar e, principalmente, de ser estranhamente funcional, talvez alguns dos políticos de carreira nela encontrem o princípio daquilo que poderá vir a ser o Estado ideal para o nosso país, e se deixem de acusações mútuas, como se fossem miúdos a brincarem com a paciência, e o dinheiro, de quem ainda vai conseguindo assistir a estes joguinhos de interesses, em que todos teimam em manter as posições “clubísticas”, que só têm levado este país à miséria.

[foto]

25 de novembro de 2010

Onde é que eu já vi este filme?


Como seria de esperar, o eleitorado português, que flutua entre o PS e o PSD vai dar o voto ao maior partido da oposição, permitindo que ele governe com tranquilidade para, de uma vez por todas, colocar Portugal na rota do desenvolvimento. É certo que é necessário mudar, mas mudar é isso mesmo, é tirar de lá aqueles que não souberam conduzir com seriedade os destinos do país e impedir que para lá voltem, aqueles que também contribuíram para agravar o estado a que as coisas chegaram, essa sim,seria uma verdadeira mudança. Agora, quererem penalizar a política seguida pelo PS de Sócrates, votando no PSD de Passos Coelho, é a mesma coisa que votar nas políticas que nos governaram desde o 25 de Abril de 1974 e que colocaram Portugal no estado em que se encontra, independentemente de poderem achar que o líder do PSD é um rapaz novo, cheio de energia e sensatez, capaz de colocar definitivamente o nosso país nos eixos. Esquecem-se, porém, que Sócrates também era isso tudo e muito mais, só que os tentáculos do partido que o apoiou, os barões e os que, sedentos de poder, é que não permitiram que ele continuasse a ser o salvador que todos desejaram, e idealizaram que ele fosse. Portanto, não esperem que as coisas sejam diferentes se o PSD ganhar com maioria absoluta, tão simplesmente porque os eleitos que para lá forem, já por lá passaram e vão continuar a garantir que os que lá estiveram para lá voltem, tal como eles.

12 de novembro de 2010

Mais óbvio é impossível


Se as eleições fossem hoje, o PSD ganharia ao PS, como um diferença de 5 pontos percentuais, segundo uma sondagem feita para o Expresso. É uma diferença esperada, tendo em conta o desempenho político do partido do Governo e, partindo do princípio que o eleitorado flutuante se situa ao centro de espectro político e, por isso mesmo, ora dá a vitória a um ora dá a vitória a outro. No fundo, é um baralhar para dar de novo, tendo em conta que o poder, desde o 25 de Abril de 1974, é sempre exercido pelos mesmos.
O que eu preferia que as sondagens mostrassem, era que a abstenção, finalmente, baixava para os 2 por cento do eleitorado e que os partidos do centro sairiam bastante penalizados por, durante cerca de 30 anos, se terem escusado a fazer de Portugal um país onde fosse agradável viver e onde governantes e governados, se esforçassem por serem responsáveis pelo seu desenvolvimento, sendo que aos primeiros caberia exercer o poder democraticamente alcançado, em benefício de todos portugueses.
Enquanto os que se abstêm, considerarem que, pelo facto de não votarem, estão a mostrar um cartão vermelho aos políticos, estão redondamente enganados, porque assim, só permitem que os tais que dizem querer penalizar, são aqueles que nunca de lá saíram, lá permaneçam. E porquê? Porque são os únicos com capacidade para manter um eleitorado fiel, mesmo sabendo que para que isso aconteça, se torna necessário, deixarem-se corromper, abusarem do poder e, na altura certa, darem aos boys os jobs, para que, pelo menos, nas famílias a que pertencem, terem o voto garantido. Perante isto, só me resta dizer que a abstenção, essa sim, é a melhor oposição, e melhor ainda seria se não existisse, pois permitiria que houvesse uma verdadeira mudança de política, e de políticos, em Portugal.

3 de novembro de 2010

Deplorável

 
Foi aquilo que vi ontem no parlamento. Depois de acordarem com o governo a aprovação do orçamento, os deputados do maior partido da oposição, quase que se comiam uns aos outros, lançando todo o tipo de ignomínias sobre o primeiro-ministro e o ministro da justiça. É certo que o comportamento do governo em funções não tem sido um exemplo de transparência e seriedade, mas convenhamos que os parlamentares do PSD não estiveram à altura da responsabilidade que deram ao governo para continuar a exercer funções quando, horas antes, assinaram um acordo de princípio para viabilizar um orçamento que não era o deles.
Se por acaso tiveram que engolir algum sapo, pressionados pela necessidade de estabilidade, então não percebo porque é que depois, em sede parlamentar, criticaram as opções do governo e quase que deram o dito por não dito relativamente à tão almejada aprovação. Se as diatribes entre oposição  e governo, protagonizadas pelos barões do PSD, se tornam frequentes nas reuniões parlamentares, então qualquer dia, só falta por-lhes uma corrente para que não saiam do lugar, tal é a fome de poder que têm.

27 de outubro de 2010

Lá terá que ser...

O não entendimento na aprovação do orçamento do estado para 2011, vai penalizar o Povo Português, nele não se incluindo, obviamente, aqueles que contribuíram para o caos em que se encontram as contas públicas. Esses, nunca irão sofrer as consequências que as suas erráticas políticas provocaram na economia  e irão sair de cena, até que outros os substituam para as continuar e assim sucessivamente, até ao anúncio de uma nova crise.

24 de setembro de 2010

Mais do mesmo


Oportunidades como a que o P.S.D. (de Passos Coelho) está a dar ao executivo de Sócrates, não se encontram todos os dias.
"Ou se aprova o orçamento do governo, ou então não há governo" brandem os socialistas do alto da sua tribuna, na expectativa de que o P.S.D. o não aprove. Se isso acontecer, vai o país de novo para eleições, com a troca habitual de lugares entre quem governa e quem lidera a oposição, e seremos governados por duodécimos, sem orçamento portanto. Quanto ao resto, será sempre o mesmo regabofe, com os nossos políticos a dançarem ao som da música do costume, com acusações mútuas e públicas e com gargalhadas sonoras e privadas, a gozarem dos pacóvios que sempre seremos, por lhes darmos o aval de que necessitam para continuarem a governar-se.

21 de abril de 2010

Há sempre um Plano B


Com o novo líder do PSD, as coisas parecem ser bem mais fáceis de gerir, tanto para o ainda primeiro-ministro, como para o próprio presidente da república. As propostas para uma governação mais assertiva e coerente têm sido (bem) aceites pelo partido que governa, apesar de não ser essa a imagem que pretendem ver passada para a opinião pública. Passos Coelho aparece assim como a consciência de Sócrates, fazendo-o reflectir e inflectir, perante a sobriedade das propostas por si apresentadas quanto às medidas a adoptar para relançar a economia portuguesa, sem prejudicar em demasia os contribuintes. Quanto à magistratura de influência exercida por Cavaco Silva, na tentativa de serenar os ânimos constantemente exaltados dos parlamentares e que inexoravelmente aumentam o sentimento de desconfiança da sociedade, convém salientar que, apesar de ser sempre bem-vinda, é representativa da capacidade que o mesmo para gerir as prioridades com que devem ser encaradas as políticas em tempos de crise o que, provavelmente para um poeta não seria tarefa fácil

27 de março de 2010

Suavemente

Com a vitória mais do que expressiva de Pedro Passos Coelho, poderá estar criada a verdadeira dor de cabeça do Partido Socialista. Os 61% obtidos pelo novo líder do PSD, significam, antes de mais, que o partido laranja está a ficar preparado para ser uma verdadeira alternativa de governo. Passos Coelho frisou não ser sua intenção andar com José Sócrates ao colo, mas que se prepare o PS para uma oposição responsável, o que por outras palavras poderá querer dizer, um oposição cujo principal objectivo é arredar o PS da governação, com vista a restituir aos portugueses um país onde seja agradável viver. Por tudo isso, a reboque da agenda politica não andará, antes será ele próprio a marcá-la, sem a anuência de Cavaco que vê, a partir de agora, e como bem disse Daniel Oliveira, fugir-lhe o controle que exercia sobre o PSD.

25 de março de 2010

A culpa central




Apressadamente o P.S.D. prepara-se para o poder. Contam-se espingardas para tomar de assalto o parlamento, através de eleições leia-se.
Tão arredados que estiveram no poder, dão a última esperança ao governo moribundo de Sócrates, aprovando-lhe o P.E.C., para depois clamarem por justiça, só justificável pelo simples facto de permitirem que a sua oposição mais semelhante continue a sua passagem errática pelos corredores do parlamento. Curiosamente pedem aquilo que até aqui abominavam nas mãos dos outros. A maioria absoluta, para governar, durante quatro anos, em perfeita estabilidade, pois só assim conseguirão tirar Portugal do "charco" em que se encontra. A história repete-se, mais uma vez, e mais uma vez Portugal vai-se manter ao centro, com uma aliança aqui outra ali, mas sempre no virtuoso centro em que permanentemente insiste em se manter. A culpa? A culpa é dos que lá estiveram!

Cumplicidades


O economista Silva Lopes disse que o PEC será a melhor solução que o governo encontrou para ultrapassar a crise, enaltecendo o facto de a redução da despesa ser conseguida através da redução dos benefícios fiscais e não através do aumento dos impostos. Além disso, também disse que o estado em que se encontram as contas públicas, se deve à actuação dos sucessivos governos que, desde o 25 de Abril, nunca conseguiram equilibrar as contas públicas. Assim sendo, duvido que o PSD, mesmo tendo consciência de que não é bom para o país,  chumbe o diploma, tão somente porque também ele se sente responsável pelo descalabro a chegaram as contas do Estado.

2 de março de 2010

Agora é que são elas

Como se dúvidas ainda houvessem, alguns partidos da oposição decidiram criar uma comissão de inquérito, com vista a avaliar se José Sócrates terá efectivamente mentido relativamente à compra da TVI pela PT. Acho bem, como dizem alguns, até porque o Povo necessita de ter a absoluta certeza de que não está a ser governado por um troca tintas que conseguiu, tal como outros que o antecederam, dar a volta às elevadas exigências com que são adimitidos os candidatos à liderança política do nosso país. Depois das conclusões, se as houver, nada voltará a ser como dantes, até porque a lição foi bem aprendia e durante os próximos anos, os políticos que nos irão governar, só o poderão fazer se forem detentores de pedigree.

16 de fevereiro de 2010

Coelho de corrida

Com as sua declarações, Passos Coelho começou uma guerra de palavras com Alberto João. Ao dizer que dizer que não tem obrigação se ser sempre solidário com Jardim, está a piscar o olho aos descontentes da Madeira e do Continente, ou seja, está a capitalizar apoiantes. Muito sinceramente, a minha simpatia por Passos Coelho até aumentou quando li que o proto-candidato à liderança do PSD se demarcou do sorvedouro madeirense. Não é que eu ache que ser madeirense é uma grande vantagem. Muitas terá para quem lá vive e para quem lá vai, mas as assimetrias que existiam há vinte ou trinta anos, em nada se comparam às que vivemos atualmente. Se existem motivos para continuarmos a contribuir, então devemos ser solidários, mas se o montante das transferências de dinheiro para o arquipélago da Madeira está acima das reais necessidades dos madeirenses, então santa paciência, todos temos que contribuir para os esforço nacional e, nesse caso, todos devem ver diminuídas as verbas que anualmente lhes são atribuídas. Voltando a Passos Coelho, penso que é uma pessoa que até o PS gostava de ter como alternativa a Sócrates. Não porque seja de esquerda ou se encaixe nas necessidades preeminentes do partido de governo. A questão é que o homem, tal como José Sócrates, tem todas as condições para captar eleitorado do centro-esquerda e isso significa muito tanto para o PS como para o PSD, sobretudo para um país que necessita urgentemente de uma alternativa política e não se revê nas caras gastas e conhecidas dos outros candidatos à liderança do partido de São Caetano.

14 de fevereiro de 2010

Em Contra Relógio


Depois de conseguirem desacreditar a pessoa e o político, eis que a oposição está a um passo de concretizar o seu plano de governo para o país.
António Costa e Capoulas dos Santos foram unânimes em considerar que a solução para ultrapassar a crise, passa forçosamente pela apresentação de uma moção de censura ao governo. Só que, para além de outras, existem questões a resolver no PSD. A falta de liderança alternativa vai gerar um clima de tensão dentro das estruturas do maior partido da oposição.
Se por um lado clama por mudança, por outro não tem alternativa à governação. Se decidir ir a eleições, tem que esperar primeiro pela eleição daquele que será o próximo primeiro-ministro de Portugal. Como a crise não pode esperar e não se vislumbra, por parte de Cavaco Silva, qualquer intenção de intervir na governação do país, antes achando que é necessário ter confiança no governo, sou capaz de apostar que os benefícios dessa campanha, negra diga-se, contra José Sócrates, lhe trarão mais vantagens do que desvantagens, independentemente de continuar a ser ou não candidato ao que quer que seja. Assim, sem conseguir acompanhar a velocidade a que a sucessão de acontecimentos ocorre, o PSD poderá muito bem vir a perder mais do que estava à espera de vir a ganhar, pois corre o risco de não conseguir ter e ser uma alternativa viável de governo.
Com tudo isto, os portugueses permanecem em crise e aguardam a decisão dos senadores, quão preocupados que estão em resolver os problemas de governação do país, somente gerados porque quem governa são outros e não eles.