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4 de novembro de 2015

Começou a dança


E de repente, António Costa, passou de mau dançarino a rainha do baile com quem todos querem dançar.


23 de janeiro de 2012

Vermelho Sangue


Enquanto que por cá, o Estado "esfrega" as mãos de contente por ter vendido aos chineses a sua participação na EDP e se preparar para vender a que tem na REN, na China os direitos humanos continuam a ser trucidados, sem que isso seja motivo para que, ao menos, se expresse uma ponta de indignação pelo constante desrespeito para com as minorias étnicas, designadamente os tibetanos, por sinal bem mais pacíficos do que seria desejável.
Convém não esquecer aqueles que, por cá, se dizem defensores dos mais necessitados e dos mais desprotegidos contra a prepotência do Estado, se esquecem de condenar as atrocidades que com frequência se vão cometendo nos países onde ainda vigoram os regimes que eles tanto adoram e com os quais, sentados nas poltronas do parlamento, tanto se identificam.

5 de maio de 2011

De costas voltadas


De um lado estão aqueles que não se importam de negociar com a Troika que de nós veio tomar conta. Do outro estão aqueles que se acham com capacidade para alterar as propostas apresentadas e assim tentarem, de acordo com a posição assumida, mostrar ao Povo que as soluções que apresentam, são bem melhores do que aquelas que nos vão, e estão, a ser impostas. Pergunto eu: Não seria preferível que as soluções apontadas por aqueles que recusam juntar-se aos três partidos que vão subscrever o protocolo, fossem apresentadas no lugar próprio, perante os responsáveis pelas medidas que nos vão ajudar a colocar e a manter as contas em dia, ou será que estou a sugerir o impossível e, por isso mesmo, redondamente enganado?

5 de abril de 2011

Virar à esquerda


Não é uma ideia pioneira, mas não deixa de ser interessante, esta quase vontade de união por parte da esquerda considerada mais radical. Apesar de considerar que as viragens para os extremos, além de serem, em alguns momentos, atraentes, também poderão ser perniciosas, não acreditando porém que nos dias de hoje exista a possibilidade de descambarmos para o radicalismo atroz. De todo o modo, a concretizar-se, sempre calará o pio ao insuportável Paulo Portas e dará mais força parlamentar àqueles que se dizem defensores dos mais carenciados da sociedade portuguesa.
Se vale ou não a pena acreditar, caberá a cada um decidir, mas estou em crer que tal posição poderá ser benéfica para a democracia da nosso país e, por essa via, refrear os ímpetos despesistas dos que ocupam os lugares de decisão do Estado.

11 de outubro de 2010

É por essas e por outras

Como não poderia deixar de ser, os iluminados do Partido Comunista Português, criticaram a atribuição do Prémio Nobel da paz a um dissidente do regime chinês.
São expeditos os nossos compatriotas em se colocarem ao lado de quem eles pensam que defende os princípios do comunismo, tal como eles o defendem. Não interessa se essa indignação vem de um país onde, todos os dias, há várias décadas, são desrespeitados os mais básicos direitos humanos, tal como aconteceu no Tibete ou mais recentemente em Xinjiang, e sempre assim será quando alguém ousa exigir ou sequer sugerir, que sejam respeitados os direitos de autonomia ou de auto determinação dos povos que vivem em algumas das províncias que compõem aquele gigante asiático.
Espanta-me a rapidez com que os de cá aplaudem as atitudes dos de lá. Só estranho que, por exemplo, relativamente à proliferação das vulgarmente designadas "Lojas Chinesas", que em muito contribuíram para a destruição o nosso tecido empresarial, colocando no desemprego centenas de trabalhadores portugueses, não tenha havido por parte deles, sequer uma palavra de condenação, quanto mais não fosse, relativa ao horário de trabalho praticado nas mesmas, já para não falar na qualidade e no preço dos produtos que nelas são vendidos.