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1 de setembro de 2015

Analogias


Por outras palavras, Rangel apenas pretendeu dizer, que Passos Coelho e Paulo Portas não são investigados porque a coligação PSD/CDS é governo.

10 de fevereiro de 2010

Sem novidade


A tentativa de manter afastado Passos Coelho da direcção do PSD, por parte de quem o lidera actualmente, ganhou forma com a disponibilidade manifestada, ou a manifestar, por Rangel.
Com esta vontade inabalável de liderar o maior partido da oposição, Paulo Rangel ultrapassa Aguiar Branco e poderá muito bem vir a ser o próximo líder do partido laranja.
Pergunto eu. Se Paulo Rangel for o próximo primeiro ministro de Portugal, teremos nós o regresso da Opus Dei aos destinos da nação, ou a facção maçónica do PSD irá impor a sua visão geométrica do mundo, procurando minar e desmistificar a aparente intocabilidade do pequeno Paulo?

30 de outubro de 2009

Vou lá, mas venho-me logo embora...


Sempre achei que Paulo Rangel é um misto de menino do coro, político sem saber muito bem como e exímio orador capaz de, esganiçadamente, apelar à união das hostes, de tal forma que faria corar qualquer sofista. Apareceu na política activa pela mão tisnada de Manuela Ferreira Leite e conseguiu através de um discurso fácil e provocador, alcançar um lugar ao sol como deputado do parlamento europeu, onde defenderá os seus interesses e os do seu país, sonhando como uma carreira política semelhante à de Barroso.
Encaixa-lhe bem o papel de bombeiro. Quando a coisa azeda para os lados do PSD, lá vem ele em socorro da linha de actuação da sua querida líder. Na sua mais recente aparição, descredibiliza a candidatura de Passos Coelho e defende a de Marcelo Rebelo de Sousa. Segundo ele, o PS necessita de uma oposição dura, e só Marcelo está à altura de a fazer. Em duas palavras auto exclui-se como candidato a líder do PSD e “empurra” aquele que considera estar melhor colocado para o substituir nessa tarefa. Na sua perspectiva não existe no PSD, militante algum com capacidade para liderar o partido na oposição, recorrendo à velha fórmula de recrutar um indivíduo que, neste momento, se deveria estar a preparar para se lançar em voos mais ambiciosos.
Depois de expor a sua excelsa visão, sobre a melhor solução para o impasse em que se encontra o PSD, desloca-se apressadamente para o aeroporto, onde o aguarda um avião que o transportará de volta à civilização, de onde incólume apreciará o desenrolar da política que, para os seu botões, considera sem classe e por isso mesmo, indigna da sua participação activa.

12 de maio de 2009

Convém não esquecer

No debate semanal de Fátima Lopes, Paulo Rangel quase deixou escapar a sua vontade de referendar a Constituição. Não fosse o burburinho que se seguiu a esse (in)esperado deslize, Ilda Figueredo estava capaz de o "desancar", politicamente falando, claro!
Felizmente, fiquei com a sólida sensação de que ainda temos alguém de defende Abril e que não admite confusões. Porém, convém não esquecer, que votar com o braço no ar também não se encaixa no espírito democrático.

5 de maio de 2009

Não acho que a política tenha que ser assim

Não acho que a política tenha que ser assim.
Penso que, apesar de não terem que ser necessariamente iguais, as opiniões de cada um devem ser respeitadas, quanto mais não seja por simpatia política.
Dizer, como disse o ministro da economia, que o líder parlamentar e cabeça de lista às europeias pelo P.S.D., ainda tinha que comer muita papa Maizena é, no mínimo, politicamente condenável, já para não dizer pouco ético, tanto mais que qualquer um dos intervenientes, é academicamente respeitado e, por isso mesmo, tenho (e quero) acreditar que, para além da formação técnica que ambos adquiriram, também terão tido, quanto mais não fosse por parte dos educadores, umas lições de boa educação e de como cultivar a cidadania. Resta saber se estará por detrás das intenções de cada um dos protagonistas, optar por seguir o caminho da respeitabilidade mútua.