Mostrar mensagens com a etiqueta parlamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta parlamento. Mostrar todas as mensagens

21 de outubro de 2015

13 de julho de 2013

Inversão de papéis


Assunção Esteves disse que era necessário rever as regras de acesso à galerias. Pois eu acho que o necessário seria rever as regras de acesso ao parlamento, pois os que para lá vão, não têm demonstrado muita disponibilidade para servirem o "povo" que os elegeu e lhes paga os ordenados, uns chorudos outros não, mas todos acima do que na realidade deveriam ser.

4 de março de 2011

Será que hoje faria o mesmo?


Para um Presidente que dissolveu a Assembleia da Republica, por considerar não estarem reunidas as condições necessárias de governação, num cenário de maioria parlamentar, não fica nada mal vir agora apelar ao consenso entre as forças políticas, para tentarem encontrar uma solução para um Portugal que, segundo ele, está em apuros.

11 de fevereiro de 2011

Por um fio



Foram todos apanhados de surpresa com a vontade que Louçã tem em apresentar uma moção ao governo. Apesar de ser um cenário que todos querem, ninguém o deseja verdadeiramente, tão só porque não têm a agenda preparada para tal. As coisas funcionam de outra maneira e os grandes partidos não admitem que a agenda política seja marcada por um partido de menor dimensão, que ainda por cima não faz parte da mesma família política.
O cenário não foi assim difícil de adivinhar. Depressa os barões do PSD se levantaram contra a oportunidade da iniciativa, brandindo algum desconforto perante a possibilidade de a mesma poder vir a surtir o efeito prático pretendido por quem considera que os interesses das pessoas estão muito acima do interesse dos grandes grupos económicos.

3 de fevereiro de 2011

Falar pró boneco


Só quem ainda pensa que a grande parte dos deputados da nação, com assento parlamentar, consegue justificar aquilo que ganha, permanecendo impavidamente serenos, durante longas sessões, sem sequer se conhecer a sua voz e as medidas que tomaram para beneficiar o país ou a democracia, é que não vê com bons olhos a proposta de Jorge Lacão para os diminuir até aos 180 lugares, em vez dos atuais 230. Os outros, aqueles que, tal como eu, os encara como um luxo num país de tanga, não poderá estar mais de acordo com a proposta de redução apresentada pelo ministro dos assuntos parlamentares do governo e que, pelo que ficou demonstrado, e ao contrário do que defendem os seus pares, é a única voz que se levantou em defesa dessa tentativa de aliviar o esforço financeiro do nosso país, e que se justifica perfeitamente à luz das novas tecnologias e da facilidade com que hoje em dia se partilha toda a informação pretendida. No que diz respeito à representatividade da população, essa é uma falsa questão que o partido socialista tenta apresentar como determinante para a vitalidade do sistema de representatividade democrática, pois se assim fosse, então ninguém se sentiria legitimado para governar um país onde os números da abstenção ultrapassam os 50% da população.

3 de novembro de 2010

Deplorável

 
Foi aquilo que vi ontem no parlamento. Depois de acordarem com o governo a aprovação do orçamento, os deputados do maior partido da oposição, quase que se comiam uns aos outros, lançando todo o tipo de ignomínias sobre o primeiro-ministro e o ministro da justiça. É certo que o comportamento do governo em funções não tem sido um exemplo de transparência e seriedade, mas convenhamos que os parlamentares do PSD não estiveram à altura da responsabilidade que deram ao governo para continuar a exercer funções quando, horas antes, assinaram um acordo de princípio para viabilizar um orçamento que não era o deles.
Se por acaso tiveram que engolir algum sapo, pressionados pela necessidade de estabilidade, então não percebo porque é que depois, em sede parlamentar, criticaram as opções do governo e quase que deram o dito por não dito relativamente à tão almejada aprovação. Se as diatribes entre oposição  e governo, protagonizadas pelos barões do PSD, se tornam frequentes nas reuniões parlamentares, então qualquer dia, só falta por-lhes uma corrente para que não saiam do lugar, tal é a fome de poder que têm.

9 de outubro de 2010

Uma maioria, um Governo, um Presidente


Com a anunciada demissão do nosso primeiro, aos poucos toma forma a tão desejada trilogia social democrata. Cabe ao Presidente da República assegurar o normal funcionamento das instituições democráticas, assegurando assim, pela via parlamentar, a constituição de um novo governo, constituído apenas por aqueles cujo curriculum considerará à altura de tão espinhosa tarefa. Depois virá a tão temida estabilidade democrática, sinónimo de contenção, rigor, transparência, progresso e desenvolvimento, que irá conduzir o nosso país aos caminhos do crescimento e do reconhecimento internacional.

24 de setembro de 2009

Caminhos da compaixão



Magnificamente aproveitado o discurso de José Junqueiro sobre o regresso do passado com Ferreira Leite, eis que o PSD vem agora classificar, pela boca do seu mais destacado blogger, o PS de "esquizofrénico".
Também eu considero haver algum exagero nessa antevisão catastrófica, feita sobre um possível governo PSD. Porém, que as palavras utilizadas por Ferreira Leite se enquadram integralmente no espírito e na letra do texto escrito por Salazar em 1928, à isso enquadram, não deixando dúvidas sobre as preferências "políticas" da líder do PSD. Obviamente que, depois do rombo que a demissão do assessor de imprensa de Cavaco Silva provocou na campanha populista e difamatória do PSD, era necessário pegar em alguma coisa para capitalizar votos e reorganizar as hostes. Para tal, adoptam a já gasta estratégia de se fazerem de coitadinhos, recorrendo ao sentimento de compaixão do povo português, aquele que somente é lembrado quando chega a hora de pagar as despesas causadas pela boa vida parlamentar.