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10 de novembro de 2013

Medo do futuro



Esta conversa sobre as nefastas consequências da não aprovação do OE para 2014, faz-me lembrar a propaganda contra o perigoso avanço do comunismo na Europa ainda mal refeita da 1ª guerra mundial.

1 de novembro de 2013

Agora já será tarde....para o país

Estava-se mesmo a ver que, na reta final, o PSD ia fazer choradinho ao PS o qual, amuado como está, vai declinar a proposta, contando com o chumbo, quase certo, do Constitucional e com a sua posterior ascensão ao poder.

19 de outubro de 2013

Tão simples quanto isso


O governo, tal como todos os portugueses, deseja que o Tribunal Constitucional chumbe o próximo OE. Dessa forma, os primeiros sempre podem usar a desculpa de que não conseguiram cumprir as metas impostas pela TROIKA, livrando-se da contestação europeia, e os segundos vêem salvaguardada a sua dignidade enquanto Povo e a sua soberania enquanto país, que não cede às exigências dos interesses puramente economicistas de quem manda na Europa.

6 de abril de 2013

Quanta admiração


Andaram estes senhores em roda livre, a pensarem que podiam sacar dos bolsos de alguns portugueses tudo o que aquilo que lhes apetecesse, sempre com o fito de saldarem as dívidas que eles contraíram ou ajudaram a contrair, sem cuidarem de dar o exemplo, para agora ficarem estupefactos com a decisão, óbvia diga-se, dos "guardiões da constituição"

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28 de março de 2013

Medo, muito medo...


Passos estará a preparar a demissão, caso o TC declare inconstitucionais algumas normas do Orçamento do Estado.
Por mim, até já se poderia ter demitido tão só, porque, em democracia, não é lógico que um Governo constitucional arrisque, em consciência, usar de uma ou várias inconstitucionalidades para se manter em funções.

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17 de outubro de 2011

Hoje, é o Dia do Princípio do Fim


Hoje será entregue no Parlamento, o Orçamento do Estado para o ano de 2012 . É um dos orçamentos que mais vai penalizar a vida dos portugueses e aquele que se destina a "varrer", de uma vez por todas, e fazendo fé nas palavras do nosso primeiro-ministro, será o mais "severo" e "difícil de aceitar".
Não tenho dúvidas acerca da severidade dos dias que se aproximam, nem da eficácia do dito orçamento. Só não acredito que os carrascos que hoje pretendem culpar os últimos responsáveis pelo caos das contas públicas, sejam assim tão isentos da culpa, tanto mais que agora se sabe que parte desse sacrifício se destina a pagar o novo buraco de 350 milhões de euros descoberto no BPN, instituição bancária que, como bem sabemos, tão bem serviu as elites do PSD.

14 de outubro de 2011

Medidas à medida de quem não precisa de patrão para se governar


Depois de conhecidas as medidas dacronianas do próximo Orçamento do Estado, não são nada despiciendas as palavras dirigidas a Passos Coelho pelo único líder político grupo parlamentar que, ainda assim, vai garantindo que se faça ouvir a indignação da voz do Povo no parlamento português, sem culpa no cartório.

4 de novembro de 2010

Aos poucos a coisa vai


Aos poucos o Estado vai conseguindo encontrar formas de reduzir a despesa. Queria-me parecer que, ao nível dos cortes na despesa, o OE para 2011 pecava por excesso de modéstia, ao proteger os aposentados que acumulavam pensões e subvenções.
Não querendo ser juiz em causa alheia, estou em crer que um pensionista, pago pela Caixa Geral de Aposentações, possuidor de um respeitável idade, não carecerá de reformas de valor superior a 5000 euros, sob pena de correr o risco de não a poder gastar, relegando essa tarefa para os seus descendentes, os quais não estarão muito preocupados em saber a proveniência de tão chorudo rendimento, mas sim em  aplicá-lo  de forma a que ele cresça em seu proveito.

3 de novembro de 2010

Mas porquê?


Se o governo procurou desesperadamente um acordo com o PSD para garantir a aprovação do OE para 2011 e se, com esse acordo, perdeu 500 milhões de euros de receita que esperaria arrecadar, e que agora pretende recuperar através de uma errata no montante de 831 milhões de euros, então porque motivo é que fez um acordo, se sabia de antemão que ele não serviria?

Deplorável

 
Foi aquilo que vi ontem no parlamento. Depois de acordarem com o governo a aprovação do orçamento, os deputados do maior partido da oposição, quase que se comiam uns aos outros, lançando todo o tipo de ignomínias sobre o primeiro-ministro e o ministro da justiça. É certo que o comportamento do governo em funções não tem sido um exemplo de transparência e seriedade, mas convenhamos que os parlamentares do PSD não estiveram à altura da responsabilidade que deram ao governo para continuar a exercer funções quando, horas antes, assinaram um acordo de princípio para viabilizar um orçamento que não era o deles.
Se por acaso tiveram que engolir algum sapo, pressionados pela necessidade de estabilidade, então não percebo porque é que depois, em sede parlamentar, criticaram as opções do governo e quase que deram o dito por não dito relativamente à tão almejada aprovação. Se as diatribes entre oposição  e governo, protagonizadas pelos barões do PSD, se tornam frequentes nas reuniões parlamentares, então qualquer dia, só falta por-lhes uma corrente para que não saiam do lugar, tal é a fome de poder que têm.

27 de outubro de 2010

Lá terá que ser...

O não entendimento na aprovação do orçamento do estado para 2011, vai penalizar o Povo Português, nele não se incluindo, obviamente, aqueles que contribuíram para o caos em que se encontram as contas públicas. Esses, nunca irão sofrer as consequências que as suas erráticas políticas provocaram na economia  e irão sair de cena, até que outros os substituam para as continuar e assim sucessivamente, até ao anúncio de uma nova crise.