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17 de dezembro de 2013

A pedra na engrenagem


O maior desígnio do nosso primeiro-ministro está em alterar a Constituição do nosso país a qual, segundo diz, obstaculiza o crescimento da economia. Estará, portanto, tão certo quanto Salazar esteve, a partir do momento em que se apoiou na Constituição de 1933 para restruturar uma economia que encontrou demasiado enfranquecida pela instabilidade dos governos republicanos. Claro que deixámos de ter a liberdade que nos permitia reclamar melhores condições de trabalho e de vida, mas o que é isso comparado com o progresso económico de um país e com o enriquecimento daqueles de cuja força empresarial necessitamos.

14 de outubro de 2011

Cautelas e Caldos de Galinha


Pelo sim e pelo não, o primeiro-ministro do nosso país, decidiu não aumentar a carga fiscal sobre o vinho, talvez na esperança de que os portugueses nele afoguem as sua mágoas e também pelo simples facto de ser ele que contribui para alimentar, no mínimo, 1 milhão de almas lusas.

7 de agosto de 2011

"Enquanto houver um Português sem trabalho e sem pão a Revolução continua" *

 

Pelo menos, no que diz respeito à ocupação dos desempregados de longa duração, dos jovens à procura do primeiro emprego e os beneficiários do Rendimento Social de Inserção adultos, o governo já tem preparado um diploma que prevê o seu recrutamento para ajudar nas IPSS. Isto quer dizer que o Estado Social, tal como o conhecemos, poderá ter os dias contados e que a tarefa de cuidar dos menos favorecidos vai passar quase totalmente para a esfera dos particulares, à semelhança do que acontecia com as políticas paternalistas de Oliveira Salazar, através das quais o aparelho estadual coordenava e disciplinava a iniciativa privada.

* um dos lemas do Estado Novo