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16 de novembro de 2015

A hora da verdade



Com a mais que provável participação da NATO (OTAN) na guerra contra o DAESH, sempre quero ver qual vai ser a posição dos mais recentes parceiros de coligação do PS.

8 de abril de 2011

Mortes consentidas


Supostamente vão para o teatro de guerra para protegerem os indefesos do avanço das tropas invasoras. Mas, o que acontece com alguma frequência é exactamente o oposto, ou seja, os que necessitam de segurança, acabam por ser vítimas do fogo considerado amigo. Estarão os militares da NATO preparados para distinguir aqueles que devem ser protegidos, ou andarão para lá a voar de um lado para o outro a "deitar abaixo" tudo o que mexe? Se é para isso, melhor teria sido se ficassem em casa.

22 de novembro de 2010

A ordem é rica





Realmente, existem coisas que só neste país é que acontecem. Já não basta a grave situação em que nos encontramos, ainda assim, alguns dos nossos governantes conseguem, através de malabarismos políticos, puxar a brasa à sua sardinha. O mais recente caso dos blindados, que só foram adquiridos porque as exigências com a segurança da cimeira da Nato assim o ditaram, não passou de mais um estratégia que os responsáveis pela sua aquisição montaram, somente com o intuito de adquirirem um equipamento que, em condições normais, não seriam adquiridos (digo eu), devido à contenção orçamental. Mas o mais caricato de tudo isto, está no facto de, somente depois de ter terminado a cimeira, é que o primeiro blindado chegou a Portugal, o que só prova a não necessidade  daquele equipamento. Agora, das duas uma, ou se devolvem, por ter havido incumprimento contratual, ou então, deixam-se ficar para uma situação futura, o que a acontecer, nos vai obrigar a desembolsar os 5 milhões de euros que os seis veículos custaram e, mais grave ainda, sem que ninguém seja por isso responsabilizado.

18 de novembro de 2010

Um mal necessário



Se para uns a OTAN não deveria existir, para outros a sua existência é fundamental, quanto mais não seja para garantir a paz, esse precário arranjo, fruto da prudência ou do expediente. Sou da opinião que, nos dias de hoje, não se justificará tanto como se justificou na altura da Guerra Fria, em que o mundo se dividia em dois blocos, onde uns consideravam inimigos os habitantes de Leste, protegidos pelo Pacto de Varsóvia, os quais, por sua vez, tinha como arqui-rivais, os habitantes do ocidente, protegidos pela Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Derrubado o Muro de Berlim e desagregada a U.R.S.S., a existência do grupo militar do ocidente poucos motivos teria para continuar a existir, não fossem os conflitos ainda em aberto no continente europeu, uns latentes, outros nem por isso, mas cuja possibilidade de se transformarem em sérias ameaças justificam, no entender dos Estados que compõem aquela organização militar, uma presença naqueles territórios, apesar da forte e crescente contestação com que cada vez mais se têm que deparar.
Por estes dias, decorre em Lisboa, mais um cimeira da Nato onde vão participar todos os 28 países que dela fazem parte e onde se irá discutir, entre outras questões, a inevitável aproximação para com a Rússia e, do mal o menos, o fim do comando que tem em Portugal.
Os responsáveis pela organização, matem a convicção de que a sua existência, não só é útil, como cada vez mais se justifica, quanto mais não seja para manter a eficácia de todo um manancial bélico disperso pelos países que fazem parte da Aliança e dos operacionais que de outro modo não existiriam, atento o fim da obrigatoriedade do serviço militar e tendo em conta que, as forças militares, continuam, ainda assim, a ser uma alternativa de emprego para muito jovens que, de outro modo, teriam muita dificuldade em o arranjar.

28 de setembro de 2010

Mais vale prevenir



Apesar da crise o governo investe 5 M€ em material de segurança. Há poucos dias, não resistiu à vigília que os agentes da P.S.P. ameaçaram fazer, e fizeram, à portas do ministério que os tutela.
Será que toda esta tolerância para com os agentes da Lei, tem alguma coisa a ver com a mais que provável necessidade de lealdade, por parte das forças de segurança, que o governo necessita para os tempos de contestação que, inexoravelmente, se avizinham?

6 de maio de 2009

Da Rússia com amor

Por mais que se tente que a Rússia reconheça a existência de uma aliança militar, mesmo junto às fronteiras do seu território, não se vislumbram tempos de acalmia na relação entre Moscovo e a Nato. O mais recente episódio, que resultou na expulsão dos representantes da Aliança Atlântica acreditados em Moscovo, só vem provar que as relações entre os dois beligerantes, ainda não se afiguram pacíficas nem se prevê que o venham a ser nos próximos tempos, tendo em conta que nem um nem outro desistem das suas pretensões expansionistas.
A julgar pelas mais recentes ocorrências na Geórgia, em que militares daquele país se amotinaram com o objectivo de destituir o chefe de estado, não se prevê uma relação pacífica entre os dois blocos o que, obviamente, se vai reflectir no quotidiano de todos os europeus com um eventual regresso do gelo.