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8 de setembro de 2015

Os amigos são para as ocasiões


Previsivelmente Sócrates disse que "está ao lado do PS e de António Costa". Por sua vez António Costa está, previsivelmente, embaraçado com tal manifestação de apoio.

21 de março de 2013

Quem melhor do que ele?


Digam o que disserem, não conheço pessoa melhor do que Sócrates, para comentar a atualidade politica do nosso país, ou não fosse ele um dos responsáveis pelos momentos de agonia social que todos estamos a viver.

24 de fevereiro de 2013

Deslarguem o homem!


Escorraçado que foi do seu país natal, apenas tenta repor a sua dignidade, talvez, quem sabe, pensando em Belém! Mas os demónios que teimam em não lhe dar tréguas, aproveitam a sua tendência para se meter em falcatruas, sempre com o fito de lhe denegrirem a impoluta imagem.

31 de maio de 2011

Mentiroso compulsivo


Se de cada vez que Sócrates mentisse, lhe caísse alguma coisa em cima, por esta altura não o teríamos como candidato a primeiro-ministro, tal foi o número de vezes que mentiu sobre aquilo que prometia aos portugueses. Pena que, ainda assim, existam pessoas que, ingenuamente, acreditam que ele pode dar algo mais, para além daquilo que deu ao país, que não seja um chorrilho de medidas de contenção impostas e inegociáveis, pelos nossos amigos da troika.

29 de março de 2011

As hipóteses


Eu compreendo perfeitamente que o anunciado aumento do IVA pelo PSD, mal chegasse ao poder, poderá condicionar a agenda governativa de Passos Coelho. Essa generosidade manifestada pelo líder do PSD, não o beneficia, nem sequer lhe dará a ambicionada maioria absoluta, pois o eleitorado não vai arriscar o seu voto num governante que se compromete, desde já, a penalizá-lo ainda mais.
O que eu (ainda) não compreendo, é a maneira que Passos Coelho encontrará para atingir as metas impostas pela União Europeia, sem aumentar a carga fiscal sobre os portugueses, isto porque, supostamente, estarão colocadas de parte as medidas dacronianas que tinham como objectivo emagrecer o Estado.

28 de março de 2011

Quem sabe se não seria uma boa solução?


Apesar gozar de alguma simpatia por parte do eleitorado (votante), ainda assim se o PSD fosse a votos, não ganharia com a tão desejada maioria absoluta. Ora, tendo em conta que Sócrates reafirmou a sua liderança no PS, estou mesmo a ver qual vai ser o ambiente que se vai viver na Assembleia da Republica, quando Passos Coelho for eleito primeiro-ministro de Portugal.
Já que se fala tanto em mudar o sistema político, quem sabe se não seria uma boa oportunidade para nos aproximarmos do sistema inglês, onde não são permitidos, desde 1974, governos sem maioria parlamentar, já para evitar as vergonhas com que os nossos parlamentares tanto gostam de nos presentear.

22 de março de 2011

Faits divers


A disponibilidade que Sócrates imediatamente demonstrou para "negociar" o PEC IV no parlamento, esbarrou na impossibilidade de o fazer, imposta pelos responsáveis da zona euro. Conclui-se, portanto, que o nosso primeiro-ministro, continua a ser um mentiroso compulsivo, sem grande carácter e detentor de uma sui generis capacidade para entreter.

21 de março de 2011

E se....


E se, afinal, Sócrates tivesse sido o melhor primeiro-ministro do Portugal democrático e se a sua crucificação na praça pública se tenha ficado a dever às inúmeras pressões, que os sectores mais enquistados da nossa sociedade começaram a exercer, sobre aqueles que detêm capacidade para "atrapalharem" a vida pública e privada de Sócrates?
E se, afinal, Sócrates foi o primeiro-ministro que mais lutou pelo sucesso dos pequenos e médios empresários, que mais contratos com o estrangeiro celebrou em prol da nossa economia?
E se, afinal, Sócrates foi o primeiro-ministro que mais contribuiu para que o peso do Estado diminuísse no dia-a-dia dos portugueses?
E se, afinal, Portugal for um país controlado por meia dúzia de grupos bem organizados, que alimentam com quadros a máquina partidária, e que tudo fazem para manterem incólumes os seus benefícios entretanto adquiridos à custa de negociatas pouco ou nada claras?
E se, afinal, aqueles que agora correm para o poder, empunhando a bandeira de salvadores da pátria, são os mesmos que contribuíram para alimentar a calúnia e a perfídia contra aquele que mais incomodou os que sempre julgaram estar acima de qualquer privação.

26 de dezembro de 2010

Oposição activa


O objectivo é desacreditar ainda mais o já desacreditado primeiro-ministro. Absorver cada palavra sua e dissecá-la à mais infíma parte, é o propósito com que se move a oposição mais elegível do nosso país, ainda mais numa altura que a sua consagração, como verdadeira solução para todos os problemas com que nos debatemos, é quase dada como certa, seja em que altura for que se candidate.

24 de novembro de 2010

Quase certo


Quando José Sócrates diz que alguma coisa não vai acontecer, é porque está prestes a concretizar-se. Portanto, se diz que o nosso país não precisa de ajuda externa, é porque a nossa economia está mesmo a bater no fundo e o pedido de ajuda à União Europeia será uma inevitabilidade, de nada valendo o espernear doentio com que continua a querer resistir.

27 de outubro de 2010

Lá terá que ser...

O não entendimento na aprovação do orçamento do estado para 2011, vai penalizar o Povo Português, nele não se incluindo, obviamente, aqueles que contribuíram para o caos em que se encontram as contas públicas. Esses, nunca irão sofrer as consequências que as suas erráticas políticas provocaram na economia  e irão sair de cena, até que outros os substituam para as continuar e assim sucessivamente, até ao anúncio de uma nova crise.

25 de outubro de 2010

Como eu vos compreendo

Com tanta cordialidade e cumplicidade, quem sabe se, por esta altura, não estará Sócrates a pensar no seu futuro político, num país onde se sentiria como peixe na água.

24 de setembro de 2010

Mais do mesmo


Oportunidades como a que o P.S.D. (de Passos Coelho) está a dar ao executivo de Sócrates, não se encontram todos os dias.
"Ou se aprova o orçamento do governo, ou então não há governo" brandem os socialistas do alto da sua tribuna, na expectativa de que o P.S.D. o não aprove. Se isso acontecer, vai o país de novo para eleições, com a troca habitual de lugares entre quem governa e quem lidera a oposição, e seremos governados por duodécimos, sem orçamento portanto. Quanto ao resto, será sempre o mesmo regabofe, com os nossos políticos a dançarem ao som da música do costume, com acusações mútuas e públicas e com gargalhadas sonoras e privadas, a gozarem dos pacóvios que sempre seremos, por lhes darmos o aval de que necessitam para continuarem a governar-se.

22 de julho de 2010

Um Passo atrás

Ainda nem sequer chegaram ao poder, se é que alguma vez lá chegarão, e já pretendem "marcar" a agenda política portuguesa. Eu sei que é difícil querer governar sem ter maioria e, ainda por cima, ser procurado apenas para servir de bengala ao poder instalado. Eu sei que o novo líder do maior partido da oposição tem ideias mais do que suficientes para colocar o país próximo dos lugares cimeiros do bom comportamento económico. Eu sei, e eles também sabem, que o povo está cansado de Sócrates e da sua governação, dos seus deslizes, dos seus avanços e recuos, mas também sei, e eles também sabem, que o povo português não admite sequer pensar que estará em risco, ainda que apenas no papel, a gratuitidade tendencial do serviço nacional de saúde e do ensino e, pior do que isso, se abrirá a porta ao despedimento "por dá cá aquela palha". Além disso, com a proposta de dissolução do parlamento e subsequente nomeação de primeiro-ministro, sem convocação de eleições, o proto-candidato a primeiro-ministro de Portugal, veio demonstrar que, apesar de aparentemente conciliador, será o delfim, não de Cavaco, mas da sua mais directa adversária política, ou seja, Manuela Ferreira Leite.