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27 de setembro de 2015

Está-se mesmo a ver



Segundo a UE, Portugal necessita de mais medidas para melhorar a sustentabilidade da conta públicas. Escusado será dizer que, caso a PAF ganhe as eleições, e da maneira como são obcecados pela cobrança, vamos ter logo um novo aumento de impostos o que, na perspetiva dos subservientes governantes, será perfeitamente legitimo, já que foram essas instruções recebidas para se alcançar e ultrapassar esta nova, e dolorosa mas necessária, etapa.

2 de novembro de 2013

Habilidades


Os expedientes a que este governo recorrer para seduzir o contribuinte, desafiam cada vez mais a inteligência dos portugueses.

[cartoon]

11 de maio de 2012

Pior do que reconhecer o erro, é não querer emendá-lo


Hoje, no debate parlamentar, Passos Coelho reconheceu "estarmos com a maior carga fiscal de que há memória em Portugal".
Ora, se o próprio primeiro-ministro reconhece o exagero da carga fiscal que sobre nós impende, porque razão não toma a iniciativa de a baixar , ao mesmo tempo que reforça os meios para combater a evasão fiscal, como aliás seria lógico que acontecesse, e não tentar arranjar forma de tributar tudo e mais alguma coisa, ainda por cima, numa altura em que, segundo as previsões económicas da primavera, o esforço de quase todos os portugueses não é suficiente para relançar a economia e se prevê que o desemprego suba até aos assustadores 15,5%.

31 de agosto de 2011

Cortar depressa e a direito

A facilidade com que o governo vai anunciando novos cortes na despesa, menos apoios sociais e novos aumentos dos impostos é tão grande, que até parece que não vive ninguém neste país. 
A caminharmos a este ritmo, em pouco tempo nada existirá para dar aos mais necessitados, porque, tirando um ou outro caso, poucos conseguirão resistir a tantas medidas de austeridade, que somente visam prejudicar aqueles que, ainda assim, vão conseguindo obter algum rendimento.

30 de junho de 2011

Barroso propõe imposto sobre transações financeiras*


Eis que chegou o momento que todos temíamos, mas só alguns desejavam.
Daqui a uns dias, vamos começar a pagar os rios de dinheiro que nos foram chegando da União. Pena que só alguns tenham dele usufruído, sem que, na maior parte dos casos, lhes tenham perguntado por contas.

[daqui *]

29 de março de 2011

As hipóteses


Eu compreendo perfeitamente que o anunciado aumento do IVA pelo PSD, mal chegasse ao poder, poderá condicionar a agenda governativa de Passos Coelho. Essa generosidade manifestada pelo líder do PSD, não o beneficia, nem sequer lhe dará a ambicionada maioria absoluta, pois o eleitorado não vai arriscar o seu voto num governante que se compromete, desde já, a penalizá-lo ainda mais.
O que eu (ainda) não compreendo, é a maneira que Passos Coelho encontrará para atingir as metas impostas pela União Europeia, sem aumentar a carga fiscal sobre os portugueses, isto porque, supostamente, estarão colocadas de parte as medidas dacronianas que tinham como objectivo emagrecer o Estado.

22 de dezembro de 2010

Um número cada vez mais longe


É inadmissível que, ainda não seja no próximo ano, que os portugueses vão ver o seu ordenado mínimo aumentado, apesar de, todos os dias, nos chegarem notícias de que este ou aquele organismo público ou privado, necessitam de uma injecção de capital da ordem dos milhões.
Choca-me sobretudo saber que, num país onde a crise não chega aos artigos de luxo, ainda existem trabalhadores que não conseguem levar para casa, sequer uma nota de 500 euros, muito por culpa, por um lado, daqueles que embora recebendo a mais não o declaram e, por outro, daqueles que incentivando essa fuga aos impostos, pagam por fora aquilo que na realidade deviam declarar que pagaram.

19 de novembro de 2010

Terra de muito banco, terra de pouco dinheiro

O presidente do Fundo de Estabilização Financeira Europeu disse hoje numa entrevista ao diário francês Le Monde que os bancos portugueses são "muito sólidos" e que a situação nacional é "muito diferente" da irlandesa.

Pudera, com lucros de 4 milhões por dia, qualquer banco português faz boa figura perante todos os seus congéneres europeus. Preferível seria dizer, que os bancos portugueses, apesar de conseguirem 4 milhões de euros de lucros por dia, deles abdicaram para ajudarem a diminuir a dívida pública do Estado português, impedindo assim que os seus clientes, mais necessitados claro, fossem tão penalizados como foram, pelo aumento da carga fiscal, que inevitavelmente acabou por lhes cair em cima.

1 de junho de 2010

Até ao tutano

Se tem direito a reembolso no IRS, vai receber menos. Se tem de pagar IRS, vai-lhe sair mais do bolso. As novas regras do IRS entram hoje em vigor e não deixam ninguém de fora: o rigor voltou em força e vai doer nas carteiras.


[no ionline]