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14 de outubro de 2015

Não percebo a indignação


Tenho um bastante respeito pela Assembleia da República e por todos os deputados eleitos para nela representarem a Nação, sejam eles sociais-democratas, socialistas, centristas, comunistas ou bloquistas. Estão lá porque tiveram quem os elegesse, porque se apresentaram eleições para serem eleitos e porque reuniam as condições necessárias para o serem. Por isso, da mesma forma que não vejo diferenças entre eles, também acho que não lhes pode estar vedada ou limitada a possibilidade de, em conjunto, ou separadamente, integrarem um governo, que se comprometa a ser estável, duradouro e respeitador dos compromisso assumidos. 
O que não aceito, é a forma como os deputados eleitos pelos partidos que mais votos obtiveram nas eleições, seja as do passado dia 04, seja de anos anteriores, olham para a possibilidade de existir uma maioria de deputados, com assento parlamentar, que decida votar de acordo com a suas convicções e com a liberdade que lhe é própria.
Convém lembrar, que o poder não é um feudo, onde só alguns (iluminados) podem entrar para o exercer. E também nunca é demais recordar que, aos olhos da Constituição, ninguém poder ser "privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual."

28 de setembro de 2015

27 de setembro de 2015

Está-se mesmo a ver



Segundo a UE, Portugal necessita de mais medidas para melhorar a sustentabilidade da conta públicas. Escusado será dizer que, caso a PAF ganhe as eleições, e da maneira como são obcecados pela cobrança, vamos ter logo um novo aumento de impostos o que, na perspetiva dos subservientes governantes, será perfeitamente legitimo, já que foram essas instruções recebidas para se alcançar e ultrapassar esta nova, e dolorosa mas necessária, etapa.

17 de setembro de 2015

Ao fim e ao cabo


Ontem, no debate entre António Costa e Jerónimo de Sousa, ambos se referiram ao facto de, numa das televisões do nosso país, já não existirem pessoas atrás das câmaras, mas sim robôs que as substituíam. Ao constatarem essa (triste) realidade, bem poderiam afirmar que essa "alteração" só compensa, se aquilo que poupar, for imediatamente aplicado no bem-estar daqueles que foram substituídos. Isto sim, é a  melhor forma de lidar com o desemprego, ou não fosse a máquina pensada e criada para nos aliviar do esforço e nos tornar mais ricos.

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9 de setembro de 2015

Era bem feito


Se for pelos idosos, e a julgar pelos resultados, Passos Coelho perde as eleições legislativas. E não é de admirar, já que Portugal foi país que mais regrediu em termos de políticas amigas do cidadão envelhecido, levando a que tenham sido eles quem mais sentiu os efeitos da austeridade imposta pela coligação por ele liderada.

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1 de setembro de 2015

Analogias


Por outras palavras, Rangel apenas pretendeu dizer, que Passos Coelho e Paulo Portas não são investigados porque a coligação PSD/CDS é governo.

7 de junho de 2014

Claro que sim!



Até porque, com a crise de liderança no maior partido da oposição, a vitória poderia ser uma (infeliz) realidade.

4 de junho de 2011

Voto sentido


Amanhã o país vai de novo votos. É mais uma etapa da nossa democracia, sinal de que está de boa saúde e se vai revitalizando de cada vez que permite ao cidadão eleitor expressar a sua vontade através do voto.
Os partidos políticos instalados, desejam ter a maior percentagem possível, para assim se verem bem representados na Assembleia da Republica. Relativamente ao número de votos, que cada um reclama para si, só amanhã se vai saber, sendo que, pelo menos os militantes activos de cada uma das forças políticas, não vão alterar a sua tendência de voto, dando assim aos partidos alguma noção de quantos irão ter, antes de começarem as contagens oficiais dos resultados. Quanto aos outros, aqueles cuja decisão ainda não foi tomada e que pode baralhar todas as previsões, devem, a meu ver, decidir com um sentido de responsabilidade acrescido, pois o seu voto pode permitir dar aos que nunca governaram, a possibilidade de o fazerem e assim demonstrarem que, também eles, podem dar o seu contributo efectivo para minorar o efeito pernicioso das medidas que aqueles que nos governaram até agora, aceitaram sem pestanejar.

23 de março de 2011

Síndroma alentejado


Se, em 13 dias, Cavaco Silva não conseguiu reagir à crise política que entretanto se instalou em Portugal, colocando-o novamente num impasse que nos vai prejudicar a todos, imagine-se de quantos mais necessitará para marcar novas eleições e assim empossar o primeiro-ministro do seu partido predileto.

17 de fevereiro de 2011

Melhor do que corrigir, será extinguir


Pressionado pela oposição, e por outros sectores da sociedade que não compreenderam o motivo pelo qual não foi possível resolver, em tempo, o imbróglio causado pelo colapso do sistema que fornecia o número eleitor aos cidadãos que pretendiam votar, e que terá custado milhões a implementar, o governo em vez de tentar resolver o problema, credibilizando o sistema e fazendo pagar politicamente os responsáveis pelo erro cometido, antes preferiu aprovar a extinção do número que tantas dores de cabeça deu a um ministro que todos pretendiam ver demitido, cujo primeiro-ministro, vá-se lá saber porquê, preferiu manter no cargo, apesar de, já em anteriores momentos, ter merecido tal destino. Só espero que, com a vontade que este governo depositou na resolução do problema, não venha a cair na tentação de sugerir a extinção do próprio voto, com a desculpa de que, se não é para utilizar, não há motivo para continuar a existir.

3 de setembro de 2009

Possível (mente)


A ser uma tentativa de calar uma voz incómoda, em vésperas de eleições, não deixa de ser preocupante para a vida em democracia. Contudo, no campo das hipóteses, não é de todo impossível alguém criar uma situação de embaraço ao primeiro ministro, sabendo de antemão que tal o prejudicará.
Porém, na altura de decidir sobre quem nos há-de governar, possivelmente os mais sábios serão aqueles que não se deixam iludir por noticiários sensacionalistas e sentem no dia a dia o resultado das reformas introduzidas na sociedade pelo actual governo.