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4 de novembro de 2015

Começou a dança


E de repente, António Costa, passou de mau dançarino a rainha do baile com quem todos querem dançar.


6 de outubro de 2015

14 de julho de 2013

Salvadores da Nação


Como é que será possível salvar uma nação quando os que foram chamados a fazê-lo, são os mesmos que a colocaram no mísero estado em que se encontra?

5 de maio de 2011

De costas voltadas


De um lado estão aqueles que não se importam de negociar com a Troika que de nós veio tomar conta. Do outro estão aqueles que se acham com capacidade para alterar as propostas apresentadas e assim tentarem, de acordo com a posição assumida, mostrar ao Povo que as soluções que apresentam, são bem melhores do que aquelas que nos vão, e estão, a ser impostas. Pergunto eu: Não seria preferível que as soluções apontadas por aqueles que recusam juntar-se aos três partidos que vão subscrever o protocolo, fossem apresentadas no lugar próprio, perante os responsáveis pelas medidas que nos vão ajudar a colocar e a manter as contas em dia, ou será que estou a sugerir o impossível e, por isso mesmo, redondamente enganado?

15 de março de 2011

À espreita


Mal surgiu a oportunidade, logo aparece uma óptima solução para diminuir a máquina do Estado a qual, apesar de não resolver nada, tem o mérito de, pelo menos ser exequível. 
Claro que não é inocente este avanço que o CDS pretende dar em relação ao PSD, antes será um convite dissimulado ao maior partido da oposição que, como se vê, ainda não está preparado para governar, quanto mais sózinho.
É uma solução ousada, e até oportuna, mas só possível de ser lançada por um partido que apenas será poder a reboque do PSD.
Se é exequível ou não, só depende da vontade dos próximos inquilinos de São Bento, mas estou em crer que é possível de concretizar, bastando para isso que, numa primeira fase, sejam dispensados os muitos "penduras" que pululam pelos vários organismos do Estado, à espera do momento certo para levantarem a bandeira em nome, ou defesa, de um partido que os lá mantém.
Mas pronto, apesar de ter tudo para resultar e, principalmente, de ser estranhamente funcional, talvez alguns dos políticos de carreira nela encontrem o princípio daquilo que poderá vir a ser o Estado ideal para o nosso país, e se deixem de acusações mútuas, como se fossem miúdos a brincarem com a paciência, e o dinheiro, de quem ainda vai conseguindo assistir a estes joguinhos de interesses, em que todos teimam em manter as posições “clubísticas”, que só têm levado este país à miséria.

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