Mostrar mensagens com a etiqueta bloco de esquerda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bloco de esquerda. Mostrar todas as mensagens

26 de fevereiro de 2016

Não havia necessidade


Não me causa qualquer inquietação saber que as crianças abandonadas são adotadas por pessoas do mesmo sexo, pois considero que o amor, a dedicação e o carinho que ambas podem transmitir, são muito mais importantes do que a indiferença das instituições do Estado que as acolhem e ignoram. Mas também não sou insensato ao ponto de considerar que o tema não é polémico e que não causa alguma irritação e mau-estar, sobretudo junto de alguns setores da sociedade mais conservadora e mais ligada à religião. Porém, o facto de se conseguir ultrapassar a questão legalmente, não implica que os "vencedores" provoquem os "vencidos" a ponto de os afrontar com aquilo que para eles é o bem mais precioso.

10 de novembro de 2012

Até amanhã Louçã


"Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis."

5 de abril de 2011

Virar à esquerda


Não é uma ideia pioneira, mas não deixa de ser interessante, esta quase vontade de união por parte da esquerda considerada mais radical. Apesar de considerar que as viragens para os extremos, além de serem, em alguns momentos, atraentes, também poderão ser perniciosas, não acreditando porém que nos dias de hoje exista a possibilidade de descambarmos para o radicalismo atroz. De todo o modo, a concretizar-se, sempre calará o pio ao insuportável Paulo Portas e dará mais força parlamentar àqueles que se dizem defensores dos mais carenciados da sociedade portuguesa.
Se vale ou não a pena acreditar, caberá a cada um decidir, mas estou em crer que tal posição poderá ser benéfica para a democracia da nosso país e, por essa via, refrear os ímpetos despesistas dos que ocupam os lugares de decisão do Estado.

13 de novembro de 2010

Pontos de vista


Nuno Rogeiro, politólogo por quem nutro grande estima, partilhou com os seus leitores, no seu já habitual Relatório minoritário, um diálogo que manteve durante o almoço com um diplomata chinês a propósito do Bloco de Esquerda.  
Diplomata chinês - O que é o BE?
Nuno Rogeiro - Trata-se de um grupo comunista "puro" e, nesse sentido, tem como meta final  o fim das instituições burguesas, a morte do Estado, da família e da propriedade privada.
D. C. -  Mas isso é muito perigoso!
N. R. - Ó J, tu és comunista!
D.C. - Pois sou, mas, para nós, o comunismo é o Estado, a família e a propriedade privada!
Depois da resposta, ambos partiram para a sobremesa e não falaram mais em política.