17 de setembro de 2015

Ao fim e ao cabo


Ontem, no debate entre António Costa e Jerónimo de Sousa, ambos se referiram ao facto de, numa das televisões do nosso país, já não existirem pessoas atrás das câmaras, mas sim robôs que as substituíam. Ao constatarem essa (triste) realidade, bem poderiam afirmar que essa "alteração" só compensa, se aquilo que poupar, for imediatamente aplicado no bem-estar daqueles que foram substituídos. Isto sim, é a  melhor forma de lidar com o desemprego, ou não fosse a máquina pensada e criada para nos aliviar do esforço e nos tornar mais ricos.

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